Esta resenha não contém spoilers, foi feita com o intuito de avaliar o livro como fã e compartilhar opiniões sobre a narrativa e sua comparação com a trama principal da série de jogos.
Nesta resenha, pretendo esclarecer se vale à pena ou não ler este livro, seja você um fã do universo de FNAF ou completo leigo na série.
Esta resenha foi 100% criada por humanos, mais especificamente uma humana – fã de FNAF desde 2015, apaixonada por escrita desde que começou a ler, e que até hoje não aceita que a IA roubou seus travessões. Boa leitura!
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩

Dados do livro
Título do livro: Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados
Autor(a)(es): Kira Breed-Wrisley e Scott Cawthon
Número de páginas: 367
Editora: Intrínseca
Classificação indicativa: 12+ (segundo a editora)
Sinopse
Eles podem ver você. Eles vão caçar você. Eles querem matar você.
Charlie é filha do dono da Pizzaria Freddy Fazbear’s, o antigo ponto de encontro da cidade, onde ela e seus amigos passaram a infância. O lugar ficou famoso pelos enormes bonecos que pareciam ter vida própria e divertiam os clientes. Até que a brincadeira se tornou um pesadelo, quando o estabelecimento virou palco de terríveis assassinatos. Uma das vítimas foi Michael, amigo de Charlie, e o corpo do menino jamais foi encontrado. Depois da tragédia, a pizzaria foi fechada, as crianças se afastaram e Charlie viu sua família desmoronar.
Dez anos mais tarde, o grupo volta a se reunir para uma cerimônia em homenagem a Michael. O tempo passou, mas eles continuam assombrados pelo mistério que ronda aquele lugar. Tomados pela nostalgia e determinados a finalmente desvendar o crime, Charlie e seus amigos acabam voltando à pizzaria, agora totalmente abandonada. Mas logo vão descobrir que as coisas lá dentro não são mais as mesmas. Os quatro animatrônicos mudaram. Os bonecos que antes encantavam as crianças agora guardam um segredo sombrio… E um plano mortal.
Contracapa
Do criador de Five Nights at Freddy’s, a assustadora série de games que está aterrorizando a internet
Você está pronto para experimentar o horror da Pizzaria Freddy Fazbear’s e conhecer seus monstruosos animatrônicos?
No popular videogame criado por Scott Cawthon, o jogador assume o papel de um segurança contratado para tomar conta da pizzaria durante a noite, enquanto bonecos robôs perambulam e ganham ímpeto assassino. Mas o mistério por trás dessas criaturas e das mortes que ocorreram ali nunca foi desvendado… Até agora.
Olhos Prateados expande o universo que conquistou fãs no mundo todo e traz à tona os medos mais obscuros que só brinquedos sinistros são capazes de provocar.
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩
Resenha
O que é Five Nights at Freddy’s?
É impossível não começar essa resenha com uma boa e velha introdução: Five Nights at Freddy’s é uma série de jogos de horror e sobrevivência criada por Scott Cawthon. A série foi inaugurada com o lançamento do jogo homônimo em 8 de agosto de 2014. “Freddy’s” se refere à “Freddy’s Pizzaria”: “Pizzaria do Freddy”.
No primeiro jogo, o jogador é um segurança noturno de uma pizzaria ocupada por animatrônicos (robôs) assassinos e assombrada por espíritos. O objetivo era sobreviver até o fim do seu turno, trabalhando de meia-noite às seis da manhã, quando os animatrônicos param de tentar matar nosso personagem – e fazer isso cinco vezes, de segunda a sexta, por isso o nome “Cinco Noites na Pizzaria do Freddy”.
Durante a jogatina, podemos ter vislumbres da história por trás dos animatrônicos com sede de sangue e das alucinações que vemos pela noite: papéis e recortes de jornais na parede nos contam que cinco crianças sumiram na pizzaria, insinuando que os espíritos delas possuíram os robôs e agora querem vingança de quem as assassinou.
Esse é um resumo do resumo, do resumo, do resumo da história de Five Nights at Freddy’s. Quem conhece a série sabe que a lore se desenrola muito mais a partir daí, mas essa introdução é o suficiente para condensar o seguinte: o jogo foi um sucesso e teve sequência após sequência, conquistando a internet com os animatrônicos amáveis e sustos de arrepiar.
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩
Lançamento e recepção
Para entender a importância desse livro, é preciso olhar para a linha do tempo.
Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados foi lançado em 17 de dezembro de 2015, cinco meses após o lançamento do quarto jogo da série, que deveria ser o último.
Para falar a verdade, o terceiro jogo deveria ser o último, mas o feedback negativo dos jumpscares fizeram Scott Cawthon se sentir pressionado a criar mais um título. A história estava bem amarrada com o terceiro jogo, e o quarto acabou bagunçando a cabeça de fãs apaixonados por teorias, mas isso é história para outro artigo, ou talvez um vídeo bem longo…
Com isso, muitos fãs acreditavam que o livro traria respostas para perguntas que não foram respondidas nos três primeiros títulos, ou dúvidas gritantes que surgiram com o quarto jogo.
Mas não foi bem isso que aconteceu.
Os acontecimentos da história não alinharam corretamente com muitos elementos que os fãs já tinham identificado, como datas e ordem dos eventos. Isso gerou certa frustração no fandom, a ponto do criador do jogo emitir alguns posicionamentos sobre o livro.
“A verdade é que, depois de um tempo, a lore pode ficar tão densa que não tem mais espaço para uma história. Outra verdade é que o que vira um bom jogo não necessariamente vira um bom livro. Às vezes, a linha do tempo fica tão cheia que o único jeito de contar uma história real é fazer a história se passar em uma linha do tempo diferente, um universo alternativo, uma localização diferente, ou talvez de um ponto de vista que não é inteiramente o que aparenta ser” – Scott Cawthon, 17 de dezembro de 2015.
“Eu queria falar sobre isso um pouco mais para acalmar as mentes de todos. Eu ando recebendo muitos e-mails (até uns irritados) reclamando que o livro não condiz com um ou mais dos jogos. Até algumas avaliações na Amazon criticam o livro por não condizer com os jogos. Algo que eu deveria ter explicado desde cedo é que o livro NÃO É feito para solucionar nada. O livro não pretende ser um guia para os jogos, ou preencher lacunas. Os jogos são o que são, e como eu falei antes, a história está finalizada.
Algo que eu disse em um dos fios de fóruns sobre isso é que às vezes a lore de algo pode ficar tão lotada que você não consegue mais contar uma história original. Os jogos e os livros devem ser considerados como continuidades separadas, mesmo que compartilhem alguns elementos familiares.
Então sim, o livro é canon, assim como os jogos são. Isso não significa que eles têm que encaixar como duas peças de quebra-cabeça. Eu na verdade pediria para que qualquer um que queira ler o livro, mesmo que seja um fã dos jogos, que o leia com o propósito de aproveitar o livro, e não tente ‘solucionar’ nada. O livro é uma reimaginação da história de Five Nights at Freddy’s, e se você for com essa mentalidade, eu acho que você vai realmente gostar do livro :)” – Scott Cawthon, 18 de dezembro de 2015.
Tendo isso em mente, agora sabemos que, sendo fã ou não, qualquer leitor pode aproveitar essa história livre das amarras de uma narrativa pré-existente, e não precisa se preocupar em procurar por pistas ou pedaços soltos esperando para serem encaixados – e isso se aplica mesmo sabendo que a história, de fato, não se encerrou com o quarto jogo.
Esta visão traz certo quê de liberdade para a leitura, na minha opinião.
Então, sem mais delongas, vamos à leitura!
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩
Resumo e minhas opiniões
Spoilers estão escondidos: exemplo . Clique no texto para ler. Pular os spoilers não compromete a leitura da resenha.
Essa resenha foi feita para qualquer um, fã ou não da série, que esteja avaliando ler esta obra e gostaria de uma opinião sincera e holística.
A história se passa em 1995 e gira em torno de Charlie, uma adolescente de 17 anos intrinsecamente conectada à pizzaria Freddy Fazbear. Apesar de ter tido uma boa infância, tudo mudou quando um dos amigos dela, Michael, desapareceu dentro da pizzaria quando eram pequenos. Esse evento abalou toda a pequena cidade de Hurricane, o que fez com que muitos do seu grupo de amigos se mudassem – incluindo ela.
No décimo aniversário do desaparecimento de Michael, uma cerimônia em sua homenagem é realizada e Charlie é convidada a comparecer junto com seus outros amigos de infância.
É neste ponto que a obra começa, com Charlie retornando onde tudo começou e buscando por pistas que possam ajudá-la a deixar seu passado para trás, mais especificamente os pontos que mancharam sua infância quase perfeita.
Ao invés disso, entretanto, a garota desvenda mais e mais segredos de seu próprio passado inesperadamente sombrio, histórias que sua mente havia conseguido bloquear dela mesma.
Um ponto da narrativa que achei muito interessante foi a infância da Charlie. Diversas vezes é reforçado que os primeiros anos da vida dela foram maravilhosos, divertidos, mágicos e cheios de todo o amor e carinho que todas as crianças merecem. Me encanta muito ver que não estamos acompanhando uma personagem cuja infância foi traumática (ou, ao menos, não em sua maioria…), e sim uma vítima de circunstâncias além de seu controle, uma jovem lidando com as consequências da crueldade dos adultos ao seu redor.
Isso tudo cria uma personagem muito interessante. Charlie não tem um ímpeto forte por justiça como eu esperaria como fã (pois ela tem sua contraparte na série original). Inclusive, ela chega a ser levemente egoísta em alguns momentos, buscando se proteger emocionalmente de situações sensíveis e desconfortáveis – mesmo que isso signifique se esquivar da verdade.
Paralelamente, Charlie também tem certa empatia por quem não esperávamos: eu identifiquei um pouco de dificuldade da parte dela para se relacionar com as crueldades feitas às crianças, enquanto que era fácil para ela pensar no sofrimento de alguns animatrônicos.
Quanto aos outros personagens, eu simplesmente ME APAIXONEI por cada um deles!! Achei todos carismáticos e únicos, e suas personalidades se complementam de uma forma muito agradável, representando fielmente um grupo de amigos com bastante sinergia. Todos são autênticos, genuínos e realistas, desde suas aparências e alturas às relações entre si, o que demonstra muita habilidade da co-autora Kira Breed-Wrisley.
“Ele tinha o dom de exigir atenção quando falava, provavelmente porque se pronunciava menos que os outros. Passava a maior parte do tempo escutando, mas não por ser discreto. Estava, na verdade, coletando informações, se limitando a falar quando tinha alguma sabedoria ou sarcasmo para destilar. Não raro, os dois ao mesmo tempo.”
– sobre o personagem John.
Mesmo contendo vários personagens, o carisma do grupo torna fácil para o leitor se encantar com eles e conhecê-los mais a fundo. Dá para perceber quando estão muito quietos ou até ausentes nas cenas de ação, nos permitindo sentir nervosismo ou até medo em nome do grupo (“Espera, quando foi a última vez que viram o Fulano? Ai, não…”).
“Ficou ligeiramente impressionada com a organização de Jessica […]. […] a antiga amiga […] se tornara uma estranha para ela, o tipo de garota que a intimidava: sofisticada e impecável, daquelas que, só de abrir a boca, pareciam já ter a vida toda planejada.”
– sobre a personagem Jessica.
Em minha jornada para finalizar e publicar uma obra autoral um dia (é… um dia… eu juro, um dia…), ando olhando com uma visão um pouco mais analítica e estrutural para os livros que ando lendo no momento – depois de surtar emocionalmente, é claro – e este me encantou pela qualidade da escrita.
A transição de ponto de vista (POV) é fluida e sempre feita com um propósito bem claro, seja para revelar alguma informação que nos fará ficar na beira da cadeira em cenas posteriores ou para nos dar uma visão mais clara sobre os sentimentos e pensamentos de algum personagem específico.
Além disso, as emoções são transmitidas com uma excelência incrível: seja para construir suspense, criar curiosidade no leitor ou aprofundar a interação entre os personagens, cada cena nos faz sentir exatamente o que os autores querem que seja sentido.
“Já tive alguma experiência em escrita antes, mas tenho algumas fraquezas sérias. Escolhi uma escritora que se destacou na escrita de diálogos e era boa com interação entre personagens. A maioria das cenas fora da pizzaria foi escrita por ela, enquanto a maioria das cenas dentro da pizzaria foi escrita por mim. Mesmo as cenas que eu escrevi, no entanto, foram editadas por ela depois para melhorá-las”. – Scott Cawthon, 17 de Dezembro de 2015.
E não dá para eu comentar esta trama sem mencionar o romance. É, trigger warning, tem uns resquícios de romance, viu? Mas não é muito, não. Há alguns traços, nada muito profundo, apenas dicas e sugestões.
Achei isso ideal para o primeiro livro da trilogia, principalmente considerando que provavelmente muitas crianças virão ler este livro por serem fãs da série. Considerei isso alinhado com a classificação indicativa (12+). Além disso, opinião pessoal… O personagem que flerta com a Charlie é UM FOFO!!
Quanto à história, o livro conseguiu um feito que os jogos inauguraram, mas muitos fangames falharam em replicar: a habilidade de apresentar os animatrônicos como figuras amáveis para crianças, nostálgicas para adultos e aterrorizantes para qualquer um que esteja sendo caçado por eles.
“Diante dela estavam três animatrônicos: um urso, um coelho e uma galinha.”
– o primeiro encontro com o trio principal.
É possível sentir certo carinho da parte de todos os personagens para com cada um dos animatrônicos, o que condiz não só com a trama (visto que fizeram parte da infância deles), como também com os sentimentos de muitos fãs que também cresceram com esses animaizinhos robôs.
Freddy, Chica e Bonnie equilibram bem fofura e bizarrice. Já Foxy, como sempre, teve certo favoritismo por ser o xodó do fandom. Mas não se preocupe, todos tiveram “tempo de tela” (ou tempo de página?) adequados, e ninguém foi esquecido. É sério… Ninguém.
“O urso amarelo continuou parado. Ao contrário dos demais, não parecia haver nada dentro dele, a fantasia estava de pé por conta própria, por vontade própria. Não havia mecanismo encarregado de manter a boca fechada, e os olhos estavam vazios.”
– sobre… Certo animatrônico.
Não só isso, também deram a importância devida às springlocks – um mecanismo muito importante na série que, caso você não conheça, não se preocupe, pois é tudo muito bem explicado no livro!
“Estas são as travas de mola […]. […] É muito, muito fácil acionar uma trava dessa se não souber mexer nela direito. Basta um simples toque”
– sobre as springlocks.
Honestamente, depois de ter explicado tantas vezes para tantos amigos o que são springlocks e como elas são perigosas, estou inclinada a apenas indicar este livro para qualquer um que me pergunte a história de FNaF e dizer “Quando terminar, me chama, que eu te explico o resto”.
Na época, este livro era tudo o que tínhamos para juntar os pedaços soltos na história. Foi neste livro que conseguimos algumas confirmações cruciais de fatos que os fãs já suspeitavam, mas não tinham certeza, tais como…:
Alerta de spoiler: clique no texto abaixo para ler!
- A existência de uma Pizzaria Fredbear antes da existência da Freddy’s;
- O fato da Fredbear Pizzaria contar com um Freddy dourado e um Bonnie dourado, diferenciando-se dos quatro animatrônicos principais da Freddy’s;
- O fechamento da pizzaria inicial devido a uma tragédia, culminando na abertura da Freddy’s;
- O fato do assassino das crianças ter trabalhado na pizzaria;
- E o próprio nome do assassino das crianças. Sim, foi aqui que o nome William Afton foi revelado pela primeira vez!
- Inclusive, alguns fãs poderiam argumentar que, já que os livros são uma história paralela, então o nome pode não se refletir para a série de jogos. Eu concordava com isso. E aparentemente Scott também, pois imediatamente depois, com o lançamento de Sister Location em 7 de outubro de 2016, algumas falas confirmaram novamente este nome.
- Ai, gente. Até hoje não superei “Vincent”, o nome que o fandom tinha inventado na época. Minha eu de 15 anos nunca superará.
- Além disso, alguns conceitos novos foram introduzidos, como o fato de William Afton não só ser um funcionário da Freddy’s, como um sócio, uma figura de autoridade e portanto com muitos privilégios dentro do local e acesso a ferramentas e mecanismos.
De uma forma geral, apesar de não servir para explicar todos os mistérios que ficaram em aberto, a leitura foi muito gratificante, agradável, emocionante e satisfatória, seja para fãs que na época tinham apenas quatro jogos para montar o quebra-cabeça da história, seja para qualquer novato que só queira um bom suspense para ler.
Eu recomendo muitíssimo essa leitura. É ótima como uma obra para acompanhar a trama e se encantar pelos personagens, e é ainda melhor para introduzir alguém à série de forma ágil. Não tenho palavras para descrever o quanto amei este livro, já adquiri o próximo da trilogia e estou ansiosa para iniciar a leitura. Fiquem de olho na próxima resenha!
Para finalizar, gostaria de comentar que eu queria escrever esta resenha desde 2017, ano em que o livro foi lançado aqui no Brasil. Entretanto, pouco depois do lançamento de Sister Location, muitas coisas aconteceram na minha vida e tive que me afastar de, bom, basicamente tudo, pois não tinha energias para acompanhar nada.
Hoje, tantos anos depois, finalmente me sinto pronta para retornar aos hobbies que me apaixonei na adolescência, dentre eles FNaF. Então esperem não só resenhas da trilogia, como de Pavores de Fazbear e talvez até Tales from the Pizzaplex!
Por enquanto, Olhos Prateados ficará na minha prateleira – ao menos até eu entregá-lo como presente de natal para minha sobrinha, o que é muito louco pois quando ela nasceu nem existia Sister Location, ai, eu tô ficando velha – e certamente pretendo comprar o box completo.
Espero que tenham gostado desse post, é minha primeira resenha literária e meio que só fui tagarelando tudo o que ressoou em meu coração. Aceito comentários e críticas construtivas. Críticas destrutivas podem levar para o Foxy, mas vão sem máscara nem lanterna, obrigada.
Vejo vocês no próximo post!
Obs.: fica aí a brincadeira para quem quiser ler este livro… Desafio vocês a contarem quantos dias a Charlie fica sem tomar banho! Credo! Kkkkkkkk, ai gente, nós brazilians could never!
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩
Vale à pena ler o livro Olhos Prateados?
Em resumo: sim.
O livro Olhos Prateados é uma janela para a história da série de jogos com potencial para apresentar de forma geral os principais acontecimentos e personagens da trama, e isso ela faz muito bem, mesmo que a narrativa não traduza completamente o que acontece no universo dos games.
É uma ótima forma ágil e rápida de introduzir qualquer um ao universo.
✩‧₊˚─────⋆⋅☆⋅⋆─────˚₊‧✩
Avaliação Final
★★★★★
Ideal para qualquer um, seja fã da série ou leitor buscando um bom suspense.

